Eu travo, Meu coração dispara
E eu perco o ar tão de repente.
Nada faz sentido,
Não falo nada plausível,
Parece que de olhos fechados
Fico totalmente perdido.
O barulho das ruas cobrem meus erros,
Seus olhos encontram os meus
E eu entro em desespero.
O medo da decepção
Me força a parar,
Porem as circunstâncias
Me obrigam a continuar.
Os desejos trocados
Mergulhados na mentira
Nos obrigam a ficar parados.
Cada vez menos concentradas.
Agora se perdiam aos outros ouvidos
Nossas palavras perdidas.
Tudo acontece sem a minima razão,
Lhe desejando mentiras
Que vão alem do alcance da visão
Me matando por dentro
Lamentando a cada segundo
O minuto do encontro,
Lamentando o toque das almas
E chorando pelo resto das noites in-calmas.
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